
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O Escudo da Aura

terça-feira, 3 de agosto de 2010
Nossas quedas

"Orai e Vigiai" está escrito. Então, nós que nos colocamos como oradores à Deus nosso SENHOR, não podemos permitir a falta de vigilância que nos leva ao abismo. Orar e não vigiar é a mesma coisa que olhar para Deus e virar-lhe as costas. É negar cada palavra da oração. É negar o Cristo vivente em nós.
Mas, quando caímos e percebemos o nosso erro, corremos a tentar consertar o estrago que nossa desatenção causou, e no constrangimento diante de nosso Deus interior buscamos apagar aquele registro infeliz.
Não podemos desistir, pois estamos no Caminho. Esse caminho que é o Cristo que nos levará diante do altar de Deus Todo-Poderoso e que celebrará a nossa libertação dos grilhões da matéria, selando nossa união com o Altíssimo.
Vitória sempre na Luz de Deus nunca, nunca, nunca falha
Marcia
sexta-feira, 30 de julho de 2010
As pedras do caminho

Muitos prometem milagres de vida fácil, próspera, ao simples invocar do nome de Deus. As leis que regem o universo, tanto macro como microcosmo, são claras e irrevogáveis. Ninguém consegue burlar as leis de Deus, como fazem os homens "espertos" do nosso mundo.
Ao invocarmos o nome sagrado de Deus, devemos ter o coração (cálice) limpo e desimpedido de todas as quinquilharias. Apenas colhemos o que plantamos, então não há como plantar violência e colher paz. Temos o direito de escolher, por nossa própria vontade, o caminho que vamos percorrer. Diante de tudo isso, não podemos esperar milagres, se não os plantarmos! Então, vamos à luta! Jesus não nos trouxe a paz gratuita; devemos conquistá-la através de nossos pensamentros, sentimentos e atitudes.
É muito comum ouvirmos as pessoas desejarem Paz aos outros em dias festivos como se fôssemos encontrá-la à venda em alguma loja de shopping. Como podemos sentir paz em nossos corações doloridos, cansados, ou em corações completamente distraídos das verdades da vida, num passe de mágica? Como se o papai Noel tivesse o dom de encher o saco de presentes com muitos quilos de Paz e distribuir aos mais bonzinhos.
Fico pensando como é difícil olharmos para dentro de nossas famílias e encararmos a realidade de cada um. Ninguém deseja problemas, mas se eles existem é porque de alguma forma o criamos. Aqui e agora, ou ontem, em algum lugar do passado.
E só conquistaremos a tão desejada PAZ, quando tivermos a coragem de enfrentar os desafios, lançando mão de todos os recursos divinos que Deus nos proporciona, através de seus ensinamentos.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Retrospectiva

sábado, 3 de julho de 2010
A Chama Violeta

quinta-feira, 1 de julho de 2010
A Senda da Renúncia
Elizabeth C.Prophet
terça-feira, 22 de junho de 2010
O Perdão

O Novo Evangelho nos mostra a parábola "de dar a outra face a cada ofensa", mostrando a necessidade de perdoarmos as ofensas e os ofensores. Precisamos nos fortalecer em Cristo para alcançarmos a capacidade de perdoar. Não é fácil encararmo-nos como irmãos e perdoarmos a fraqueza, incompreensão, muitas vezes até a maldade que vem acompanhada da ignorância. Mesmo assim, com o passar do tempo e a nossa determinação em elevarmos a nossa alma a Deus, vamos conseguindo essa realização heróica. Porém, isso tudo exige tempo, força e coragem para nos despirmos dos velhos conceitos e nos abrirmos interiormente para o amor, reconhecendo-nos como irmãos. A cada vitória, a cada perdão, um novo "velho" caso surge e somos obrigados pela nossa consciência a encararmos mais uma luta. Isso exige muita disposição para compreender as razões que levaram alguém a nos magoar. Com toda a dificuldade e dor que este trabalho de compreender o outro nos dá, nada se compara ao ato de perdoarmos a nós mesmos.
É muitas vezes mais fácil perdoarmos os outros do que a nós próprios.
Quando olhamos bem dentro do espelho de nossa alma e descobrimos as ofensas, as dores que causamos a outrem, aquela imagem de "seres superiores" que fazíamos de nós mesmos se vai pelo chão e nos descobrimos exatamente iguais aos outros. Sim, porque estamos aqui na mesma condição de aprendizes, e o que nos diferencia é somente a nossa vontade de crescer, evoluir, de nos libertarmos da roda da dor. Então, a nossa autocrítica e julgamento entram em ação e nos consideramos piores do que aqueles que acabamos de perdoar, porque exigimos de nós uma postura cristã diante dos desafios e que não fomos capazes de realizar.
Temos que tomar muito cuidado neste ponto do aprendizado para não cometermos mais erros ao nos criticarmos e julgarmos. O julgamento não nos cabe. Somente Deus tem o poder de olhar para cada um de nós e julgar as nossas ações e sentimentos através do seu AMOR, SABEDORIA E PODER.
Enquanto percorremos esse caminho íngreme e estreito que nos levará à perfeição, precisamos de outra qualidade para seguir adiante, a HUMILDADE.