sábado, 28 de julho de 2012

60 anos



Completei 60 anos. O tempo, tão falado e comentado, parece voar quando nos damos conta dele, ao mesmo tempo em que, ao analisarmos cada momento de nossas vidas ele parece tão longo e distante. Nas palavras de Platão, o tempo não é nada além do que “reflexo móvel e irreal da eternidade”. 60 anos de experiências doces, amargas, suaves, duras e pesadas, dolorosas, leves como a pluma a embalar a alma. Abrindo a gaveta da memória, vou identificando cada lembrança e sentindo seu poder, mas não me preocupam  as lembranças com sabores diferentes,  mas qual será o resultado delas;  positivo ou negativo?  Deixei-me levar pela vida, ou a conduzi de acordo com minhas escolhas correndo todos os riscos? Em muitos momentos deixei-me levar sem saber como reagir aos choques que vieram com o propósito de me despertar, e em outros agi antecipadamente na ânsia de acertar. Cada envolvimento emocional deixou uma cicatriz que busquei eliminar pela compreensão de mim mesma, das minhas fragilidades e conceitos, ao mesmo tempo em que tentei compreender a fragilidade do outro em relação a mim. Suportei dores físicas, carências materiais com resignação, sabendo que aquilo somente eu poderia suportar, pois fazia parte do pacote cármico da minha alma. Perdi aqueles a quem muito amei, mas não me prendi a eles; deixei que seguissem seu rumo em busca da liberdade. Parece até que a morte ficou mais leve, que o sentimento de perda e solidão não me acompanha mais com tanto rigor. Quantos amigos se foram em busca de outros amigos, encerrando um convívio que parecia eterno? Concluí que o tempo a nós reservado havia se esgotado e deixei-os partir. Quantas mágoas permiti que assombrassem meu coração, que chegou a se encolher de dor, mas que superei ao compreender o outro através de mim mesma, buscando no manto de amor e compaixão da Luz Divina, a força para libertar meus “inimigos” e transformá-los em irmãos.
Compreendi meu pai e minha mãe, e perdoei-lhes pelas palavras e atitudes que eu considerava injustas ao ver-me como mãe, tentando agir corretamente através da minha própria visão, dos meus conceitos, porque também errei. Construí minha própria família com amor e atravessei os anos envolvida pelos eflúvios de felicidade que ela me trazia, do mesmo modo que consegui suportar os difíceis testes na doença, na pobreza, na tristeza e na carência material, dando a volta por cima através da fé. A FÉ que me acompanha desde antes de eu ser neste mundo, pois pedi ao Pai para que Ela me acompanhasse a fim de poder vencer todos os desafios que, sabia, a vida me traria.  Ela é minha companheira inseparável, quem segura firmemente em minha mão e me conduz com uma atitude corajosa para enfrentar cada dia.
A religião no sentido da busca espiritual por Deus  veio comigo e através dela recuperei as forças, reencontrei o ponto de partida, busquei alívio e agradeci. Neste ato de olhar para o passado e reunir os fatos para realizar um balanço de minha experiência nesta vida, consigo visualizar os pontos fracos, minhas quedas, mas principalmente minha força e determinação em vencer de modo digno as provas duras para me libertar dos erros e vencer a minha frágil estrutura, tornando-a forte, corajosa e destemida pela fé em Deus e na minha vontade de cumprir o que combinei com meu Pai antes de nascer.
E a religião que me conforta e conduz foi passando por transformações ao longo do tempo, compreendendo os hábitos religiosos e me apercebendo de seus conceitos ultrapassados, não me detendo na desilusão,  mas sim buscando a cada instante a realidade de Deus para me libertar da roda das reencarnações. Assim, trabalhei minhas lembranças conscientes e inconscientes com o propósito sagrado de liberar os nós apertados do passado através da ação do perdão a todos os que conviveram comigo de alguma forma, em alguma existência passada e nesta também, e onde alguma coisa  ficou pendente entre nós, a espera de solução.
Da mesma forma que a vida  trouxe os testes rigorosos, contemplou-me  também com muita alegria. Vivi cercada de amor, começando pelos meus pais, irmã, marido e filhos e depois pelos amigos que fui conquistando.  Hoje, ao abrir a página onde encontro esses  amigos, sinto-me agraciada por tanto carinho e respeito.  Muitos voltaram da época dourada da juventude e nos abraçamos com uma sensação de paz, respeito e consideração mútua, enquanto com os novos me desdobro para criar apenas laços fraternos e amorosos.
A minha família tão amada, é minha riqueza e responsabilidade.  Um compromisso de amor absoluto para consertar os erros e perdoá-los; corrigir as escolhas erradas do passado e vencermos todos os conflitos para nos tornarmos uma verdadeira família, onde a compreensão supera todos os limites estabelecidos por nossos conceitos e hábitos humanos adquiridos e fortalecidos no decorrer de nossa jornada evolutiva aqui neste planeta. Com certeza o maior desafio da minha alma, pois preciso me libertar de todos os apegos para compreender a alma humana, e aceitar o tempo de cada um, suas escolhas e compromissos, e no mesmo passo indicar-lhes o melhor caminho.
Diante de tantas lembranças, reconheço a minha disposição em aceitar a verdade seja ela qual for; não me detenho diante da vergonha de reconhecer minhas falhas e nem me regozijo por qualquer ato, pois tenho consciência do quanto ainda me falta realizar no árduo trabalho de refazer a roupagem da minha alma. Meu empenho é em tornar-me a filha pródiga que volta para casa e ouve de seu Pai: “Tu és minha filha muito amada, em quem Eu, o EU SOU, me comprazo”.
Diante deste vasto panorama, reconheço que sozinha eu não teria conseguido chegar até aqui e se faz necessário dizer que só venci muitas batalhas porque busquei o apoio, a força e coragem para lutar,  no sagrado coração de Jesus e da minha amada Mãe Maria  e  dos Mensageiros Divinos, e através do poder da oração, da fé, e da humildade diante de Deus, cheguei até aqui e espero continuar esse caminho, no tempo que ainda me pertence, para continuar vencendo a mim mesma e à minha criação humana.
A minha gratidão profunda e eterna a todos os que fizeram e fazem parte desta minha história e aos Céus que me enviaram e continuam enviando todo o poder de transformação através do Santo Cristo que habita em meu coração.
Eu Sou Marcia da Luz de Maria.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Comportamentos que Manifestam Orgulho

01 - Não admitir o próprio erro
02 - Querer ter sempre razão
03 - Falar aos outros com superioridade ou paternalismo
04 - Ter um sentimento de presunção
05 - Diminuir a si mesmo ou aos outros
06 - Achar-se melhor que os outros
07 - Vangloriar-se
08 - Colher as honras sem merecê-las ou aproveitar-se do trabalho e esforço dos outros
09 - Auto-enaltecimento
10 - Manipulação dos outros com objetivos pessoais
11 - Querer controlar as situações e não partilhar responsabilidades
12 - Querer ser sempre o centro das atenções
13 - Ter atitudes de desdém e menosprezo
14 - Olhar para os outros com superioridade
15 - Ser vaidoso, olhar-se muito no espelho
16 - Exibir os próprios talentos, roupas, dinheiro ou físico
17 - Não permitir que os outros o ajudem
18 - Chamar a atenção para si mesmo
19 - Falar demais ou falar constantemente sobre si mesmo
20 - Ofender-se com facilidade
21 - Ser demasiado sensível ou insensível
22 - Preocupar-se consigo mesmo
23 - Achar que os outros estão pensando ou falando a seu respeito
24 - Usar deliberadamente palavras que os outros não entendem (falar com superioridade)
25 - Sentir-se indigno
26 - Não perdoar a si mesmo ou aos outros
27 - Recusar-se a mudar ou a considerar que precisa mudar
28 - Olhar as pessoas segundo uma hierarquia: "esta pessoa é melhor ou mais importante do que aquela", depois tratá-las de acordo com a         posição que ocupam na "hierarquia".
29 - Considerar-se mais importante do que os outros devido ao tipo de trabalho que realiza
30 - Ser viciado no trabalho e querer elogios por tudo o que faz ou acumular tarefas para que as pessoas o valorizem por fazer tanto
31 - Não confiar nos outros, em Deus, nos Mensageiros e nos Mestres
32 - Preocupar-se excessivamente com as aparências e com as  opiniões dos outros.
33 - Pensar que está acima da Lei ou que é um filho/filha "especial" de Deus
34 - Auto-idolatria ou idolatria por outros
35 - Sobrecarregar-se de trabalho além da capacidade física
36 - Mudar a forma de agir de acordo com a pessoa com quem estiver falando
37 - Ingratidão
38 - Ignorar as "pessoas comuns"
39 - Falta de consideração pelos outros
40 - Não admitir que tem orgulho ou um problema (cegueira espiritual)
41 - Usar um tom de voz que indica irritação
42 - Falar alto ou gritar com raiva ou irritação
43 - Achar que os outros "poderiam fazer melhor" e usar um tom de voz que diminui
44 - Não resolução com Deus
45 - Não se render à vontade de Deus
46 - Falta de auto-estima
47 - Perder a razão ou atuar como louco
48 - Ter uma atitude do tipo: "O meu irmão tem a obrigação de ser o meu guardião".
49 -  Ter uma atitude do tipo: "O que poderão os outros fazerem por mim?"
50 - Ser desonesto consigo e com os outros
51 - Não ser capaz de trabalhar com outras pessoas, de contemporizar ou de ceder
52 - Querer ter sempre " a última palavra"
53 - Ser incapaz de partilhar o conhecimento para manter o controle
54 - Não prestar atenção à criança interior
55 - Não cuidar do corpo físico ou preocupar-se excessivamente com os cuidados do corpo
56 - Pensar que precisa fazer tudo porque ninguém mais consegue fazê-lo tão bem
57 - Apontar os erros dos outros em tom de censura
58 - Querer salvar os outros em tom de censura
59 - Julgar os outros com base na aparência, cor de pele, etc
60 - Orgulho em relação ao lugar e posição que ocupa
61 - Excesso de auto-estima
62 - Sarcasmo

A INTEGRAÇÃO DA SOMBRA


Todos nós temos uma sombra – um lado desprovido de luz. Todos lutamos com nosso lado sombrio à nossa maneira peculiar e única. A título de uma definição superficial, poderíamos dizer que a face sombria de nossa personalidade é a face que normalmente desejamos esconder do mundo.
Nós a mantemos distante da luz e frequentemente procuramos negar-lhe até a existência, o que afinal torna a luta bem mais árdua. É comum julgarmos nossa face sombria de maneira bastante áspera, por não condizer com o indivíduo que queremos exibir para o mundo. Isso pode nos levar a fingir ser algo que não somos ou a negar a forma como nossa história passada realmente se deu.
Nosso lado sombrio consiste, por vezes, em defeitos de caráter que ocultamos de modo a nos sentir seguros. Tais defeitos são normalmente partes de nós mesmos sobre as quais percebemos não exercer nenhum controle real. Em primeiro lugar, nunca gostei de empregar a palavra defeito, por soar de forma imutável e conclusiva demais, porém depois senti que ela na verdade significa imperfeições.
Pensar nos defeitos como imperfeições não me causa tanto incômodo, pois normalmente as imperfeições estão relacionadas com nossos problemas de controle e nossas tentativas para sermos perfeitos.
Comprei recentemente um lenço egípcio com uma franja de lindas contas púrpuras, todo entremeado de contas verdes, que são mencionadas como as contas do espírito (por onde o espírito entra na peça de vestuário). As contas verdes representam o fato de que nenhum de nós foi criado perfeito.
Os tecelões Amish também reconhecem essa verdade quando costuram no acolchoado um pequeno pedaço quadrangular de tecido, que não combina com os padrões restantes, apenas para recordar que Deus não criou ninguém perfeito. Os índios navajo, possuem uma tradição semelhante.
A escuridão não é sinônimo de maldade ou negatividade. Ela por vezes representa esses conceitos, porém nossa face sombria, ou sombra, não é necessariamente “má” ou “negativa”. A maldade pode originar-se e alimentar-se dos medos humanos, assim como o medo à dor e ao castigo, ou o medo à escuridão. O medo ao castigo mantém boa parte das nossas imperfeições hermeticamente trancadas na escuridão, onde nem nós mesmos queremos tomar conhecimento delas por acreditar que, nesse caso, deveríamos nos punir por sua causa. Uma alma dividida entre a escuridão e a luz se mantém fraca: ao contrário, a alma unificada é forte, equilibrada e destemida.
Para deixar de punir a nós mesmos, para integrar e sobrepujar as partes de nós mesmos que estamos ocultando, devemos olhar para a escuridão acendendo a luz. A luz da verdade permite-nos olhar para nosso lado obscuro e aceitá-lo enquanto parte de nossa totalidade. Da mesma forma como um espelhinho pode refletir a luz como um farol, se nossa alma estiver iluminada com a luz da verdade, iluminaremos a escuridão com o nosso reflexo próprio e brilharemos como uma fulgurante luz da verdade para o resto do mundo.
Para nos mantermos equilibrados e verdadeiramente em paz interior, devemos praticar a honestidade para conosco mesmos, descobrir nossa essência e aceitá-la. Devemos arrancar quaisquer máscaras que estejamos usando e pedir aos anjos que nos conduzam a uma maneira honesta de ser. (não podemos trabalhar nossas imperfeições, se não formos capazes de aceita-las primeiro.)
Os anjos são luz; eles estarão ao seu lado quando você lançar o olhar pelas áreas sombrias de sua alma e o ajudarão a aprender a amar a si mesmo e a se portar com leveza. A bondade e a sabedoria verdadeiras vêm da prática espiritual; haverá sempre algo de você mesmo trabalhando contra a semente da bondade e da sabedoria. O segredo é não empacar no meio do caminho. Mantenha a luz dos anjos em sua vida e eles o ensinarão sobre o amor que não fere e a bondade que é isenta de expectativas.
OS ANJOS GUARDIÃES DA ESPERANÇA
TERRY LYNN TAYLOR
EDITORA PENSAMENTO   

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Aniversário de casamento

Completando 33 anos de casamento! Grata Senhor! Alegria, muitos momentos felizes, filhos lindos, muita luta, mas também muito aprendizado! Cada momento vivido nestes 33 anos tem um significado especial, uma lição de amor, respeito, dedicação, responsabilidade, beleza, cumplicidade, trabalho, determinação e compreensão. De mãos dadas na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza... enfrentamos todos os desafios e testes que a vida nos trouxe e chegamos até aqui, a despeito de alguns que duvidavam do nosso compromisso, e continuaremos até o fim (?). Fim ou um novo começo? Ao analisarmos esse balanço geral, o resultado é positivo em todos os sentidos, pois vivenciamos cada momento unidos na mesma fé e determinação, tendo o amor como força motriz nos conduzindo, amparando e fortalecendo, vencendo cada dia, cada prova. Grata Senhor por esta oportunidade de ouro de resgatarmos nossas dívidas do passado e por nos permitir criarmos um futuro de luz e liberdade para nossas almas.
Eu Sou Grata! Eu Sou Grata! Eu Sou Grata!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

RAZÃO x EMOÇÃO


RAZÃO - > [Do lat. ratione.] 
1. Faculdade que tem o ser humano de avaliar, julgar, ponderar ideias universais; raciocínio, juízo. 
2. Faculdade que tem o homem de estabelecer relações lógicas, de conhecer, de compreender, de raciocinar; raciocínio, inteligência. 
3. Bom senso; juízo; prudência: 2 
4. A lei moral; o direito natural; justiça, direito: 2 
5. Causa, motivo: 2 
6. Fundamento ou causa justificativa de uma ação, atitude, ponto de vista, etc.: 2 2 
7. Prova por argumento. 
8. Conhecimento, notícia, participação: 2
EMOÇÃO -> [Do fr. émotion.]
1. Ato de mover (moralmente). 
2. Perturbação ou variação do espírito advinda de situações diversas, e que se manifesta como alegria, tristeza, raiva, etc.; abalo moral; comoção. 
3. Psicol. Reação intensa e breve do organismo a um lance inesperado, a qual se acompanha dum estado afetivo de conotação penosa ou agradável. 
4. Estado de ânimo despertado por sentimento estético, religioso, etc.
Os ensinamentos dos Mestres Ascensos nos dizem para não seguirmos as emoções, mas sim, a razão. Isto ocorre por que o nosso Santo Eu Superior (baseado dentro de nosso chakra do coração, com a nossa chama trina) conversa conosco diretamente dentro de nossas mentes.
Deus espera, que antes de agirmos e ou falarmos, utilizemos a nossa capacidade de entrar em contato com Ele, conversando mentalmente com seu mensageiro, em nossa mente. (O Santo Cristo Pessoal de cada um.)
Nossos quatro corpos inferiores, são: a nossa memória, o nosso pensamento, o nosso emocional (corpo dos desejos) e o nosso físico. Eles precisam ser dominados por nossa alma. (a nossa consciência). Nós precisamos tomar as rédeas de nossos 4 corpos.
Relativo a cada um destes quatro corpos respectivamente, estão os quatro reinos: o reino mineral, o reino vegetal, o reino animal e o reino humano. O ser humano é o único que além de lembrar, pensar e desejar, pode ainda manifestar seus próprios desejos.
O animal pode apenas lembrar, pensar e desejar, mas nada manifesta de novo. Os animais são incapazes de manifestar seus desejos. Eles nada criam.
Muitos humanos, porém, atuam sempre como os animais. Eles buscam satisfazer seus desejos sempre com o que outros humanos manifestaram. Eles são incapazes de criar e são insaciáveis ao desejar o que os outros criam.
A mídia, em todas as suas formas, tenta fazer com que os seres humanos sejam movidos pelo desejo, e não, pela razão. Isto é muito ruim, por que afasta-nos de uma interiorização necessária, em busca da aprovação de nosso Eu Superior. Isto anula a capacidade de criar.
Deus é o criador e nós só poderemos co-criar com Deus, se conversarmos com Ele. Precisamos sempre buscar no coração e na mente, a vontade divina, antes de sairmos em busca de manifestarmos nossos desejos emocionais.
O chakra do coração, ao contrário do que todos pensam, não é relacionado ao corpo emocional ou dos desejos. Seguir o coração não é seguir as emoções. Seguir o coração é seguir a razão de Deus. O coração é p nosso elo, com Deus, é o nosso elo com o Santo Cristo mediador, é o nosso elo com a Mãe divina, e, por conseguinte, é o nosso elo com o Espírito Santo.
O corpo emocional utiliza o chakra do Plexo Solar para magnetizar seus desejos. E isto, só deve acontecer, depois de muito se buscar na mente e no coração, a vontade do Eu Superior, aquele que tudo sabe e tudo vê.
O chakra do coração deve ser utilizado para trazermos a vontade de nosso Pai Celestial, para a Luz de nosso corpo mental. O chakra da alma é o chakra relacionado ao corpo mental. O corpo mental é o local onde nossa alma deve reunir-se ao Eu Superior para decidir o que deve ser manifestado para si, e para os outros.
Busque a razão do Espírito de Deus em sua vida, através do contato entre a sua consciência (alma) e a consciência de Deus. Deus espera que nós busquemos Sua razão antes de desejarmos (magnetizarmos) algo para nós e para nossos irmãos. O desejo é o que move o físico e isto deve ocorrer com a visão de todos os prós e os contras.
Como "o julgamento, a Deus Pertence", a razão faz parte deste julgamento, e é Deus e seus enviados que podem nos ajudar a enxergar a verdade do que é bom para nós. Do que é realmente viável e produtivo desejar.
A única maneira de desejar corretamente é entendendo a razão do desejo e eliminando-o se ele não for bom para si e para seus irmãos.
A razão divina existe, e diferentemente da razão do ego humano, ela é capaz de entender o Todo divino, que tudo Sabe e tudo Vê. Busque sempre conversar com os mensageiros de Deus em sua mente. Os anjos, os arcanjos, o anjo da guarda e os Mestres Ascensos. Eles sabem o que é bom para você.
Comece dominando sua mente e por consequência, seus desejos. Dizer a alguém para seguir seus desejos/ sentimentos/ emocional, é condena-lo a andar para trás. É ser como os animais. É regredir na escala evolucional. O animal ve alguma coisa, deseja, e vai buscar.
O humano vê algo, busca em Deus a aprovação, e só então, move-se para buscar ou não, o que viu. A evolução do homem é tornar-se divino, e não, animal. Isto implica em conviver diariamente com Deus. Nesta evolução, deixaremos os nossos corpos inferiores para trás e só a nossa consciência (a alma) subirá aos céus do éter divino.
Assim, precisamos sempre buscar este contato com o divino, antes de agirmos, antes de desejarmos, antes de deixarmos que as emoções nos dominem.
Somente sendo senhores de nossas mentes, decidindo sempre com Deus e seus mensageiros enviados, seremos Senhores de nossas emoções e, consecutivamente, senhores de nossas vidas materiais.
Vitória Sempre na Luz de Deus”
Paulo R Simões
do site 
www.grandefraternidadebranca.com.br   

COBRANÇA INDEVIDA


Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre, seguindo por longa estrada. Ao passarem próximo a uma moita de samambaia, ouviram um gemido. Verificaram e descobriram um homem caído. Estava pálido e com uma grande mancha de sangue, próxima ao coração. Tinha sido ferido e já estava próximo da inconsciência.
Com muita dificuldade, mestre e discípulo o carregaram para o casebre rústico, onde viviam. Lá trataram do ferimento. Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca. Disse também que conhecia seu agressor, e que não descansaria enquanto não se vingasse.
Disposto a partir, o homem disse ao sábio: "Senhor, muito lhe agradeço por ter salvado a minha vida. Tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que senti."
O mestre olhou fixo para o homem e disse: "Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe fiz."
O homem ficou assustado e disse: "Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!"
Com serenidade, tornou a falar o sábio: "Se não pode pagar pelo bem que recebeu, com que direito quer cobrar o mal que lhe fizeram?"
O homem ficou confuso e o mestre concluiu: "Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que aconteçam em sua vida, pois a vida pode-lhe cobrar tudo de bom que lhe ofereceu..."
PÉROLAS DA INTERNET - AUTOR DESCONHECIDO

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Estamos no Estado de Vir a Ser


Precisamos compreender que aquilo que somos não é o que supostamente deveríamos ser. Estamos ainda no estado de vir a ser, de nos tornarmos mais o que realmente somos. Como disse João, o amado: “Ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas quando ele, o Cristo, se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque, assim como é, o veremos.” 1Jo 3:2
Vê-lo é, de fato, tornarmo-nos como ele e um com ele. Cada dia traz a alvorada de uma nova oportunidade para a criação, segundo a imagem do Cristo interior “até que o Cristo seja formado em nós”.
Precisamos manter essa visão ou seremos anulados e ficaremos rígidos como mortos. Mas já estamos rígidos.
Somos rígidos em relação às nossas vidas. Não relaxamos. Não permitimos que a Luz flua em nós. Não nos permitimos fazer parte do Universo. Não nos permitimos gerar e regenerar.
Nós geramos, mas não regeneramos. Este é o nosso problema. Geramos sim, mas o que geramos? Uma mistura engraçada, o que geramos no mundo.
Um conceito complexo é o da continuidade e da multiplicação dos pães e dos peixes da consciência exemplificado pelo Cristo. Sermos capazes de gerar e de regenerar. Sermos capazes de expandir a consciência até que possamos aceitar o fato de estarmos nos dirigindo para um lugar.
Precisamos deixar de nos identificarmos  com a casa que possuímos, a escritura, o carro e a conta bancária. Não devemos nos identificar com nada disso!
Não quero dizer que devamos nos desfazer dessas coisas. Podemos fazer o que quisermos com aquilo que possuímos. Se não possuímos nada podemos vir a possuir. Podemos ter abundância de todas as coisas materiais.
Trecho extraído do livro “Os Ensinamentos Ocultos de Jesus Vol.IV  Cap.XIV – Tornar-vos-ei Um com Deus. De Mark e Elizabeth C. Prophet